terça-feira, 14 de agosto de 2012

Why "The Big Apple"?

Hey, long time no see you! Well, hope you´re doing fine. Last July I had the pleasure to be in New York for the second time. Oh, sweet New York. The first time, in 2009, I wasn´t so lucky as this time. I stayed only 3 rainy days in early May. This year I chose the month of July to enjoy such a wonderful city, and it was awesome. I have to thank my friends Adriana and Wellington for the hospitality. Besides, Juliana was a wonderful company. I couldn´t forget Luciano, who patiently stood me.

After I arrived someone asked me why NY was called “The Big Apple”. I couldn´t answer it, but I decided to go for it.

Searching for its origin I understood that there are many possible and debatable reasons, but one that seems more reasonable.

The history says it was the jazz musicians of the 1930s and ‘40s who put the phrase into more or less general circulation. If a jazzman told you he had a gig in the “Big Apple,” you knew he had an engagement to play in the most coveted venue of all, Manhattan, where the audience was the biggest, hippest, and most appreciative in the country.

The term had grown and was in fact generally forgotten by the 1970s. Then Charles Gillett, head of the New York Convention & Visitors Bureau, got the idea of reviving it. The agency was desperately trying to attract tourists to the town Mayor John Lindsay had dubbed “Fun City,” but which had become better-known for its blackouts, strikes, street crime and occasional riots. What could be a more wholesome symbol of renewal than a plump red apple?

The city's industrial-strength “I NY” campaign was launched toward the end of the Lindsay administration in 1971, complete with a cheerful Big Apple logo in innumerable forms (lapel pins, buttons, bumper stickers, refrigerator magnets, shopping bags, ashtrays, ties, tie tacks, “Big Apple” T-shirts, etc.).

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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Por que estudar inglês?


Há algum tempo, enquanto teclava no MSN com minha amiga Lúcia Maciel de Pelotas, também educadora e professora de língua inglesa, discutíamos a importância de se estudar inglês hoje. Então, resolvi escrever este post, mesmo depois de tanto tempo.

Refletindo sobre esta questão desde então, cheguei a uma conclusão um tanto quanto óbvia: assim como ter uma noção básica do mundo digital, aprender inglês hoje é fazer parte do mundo. Muitos são os países que tem inglês como língua materna. Os outros (ou grande maioria) também falam a língua. O inglês é sem dúvidas a língua de conexão entre os povos. Se em breve o mandarim, espanhol, ou qualquer outra língua ocupará este espaço, somente o futuro dirá. Enquanto isto quem dita regras e estabelece padrões é o inglês. Ah, não adianta querer ser “rebeldezinho” e achar que não precisa fazer parte do mundo globalizado.

Minha história com o aprendizado desta língua é bizarro, considerando minha atual profissão. Comecei aos 12 anos quando comecei a me dar mal no colégio na disciplina de inglês. Sabe por quê? “Meu professor era muito chato, e não sabia nada.” (como se eu soubesse o que era “nada”). Era assim que eu pensava. Hoje que sou um professor de inglês formado e tenho paixão pela profissão, tenho certeza de que eu não estava tão errado. Enfim, bem ou mal ele me colocou no caminho que me levaria até onde estou, com muita alegria. Também durante este tempo eu me lembro do deboche que eu fazia, cantando com minha irmã enrolando a língua e achando que estava falando inglês. Era um barato. Hoje, ridiculamente engraçado.

Mas por que será, ou como será que eu sou útil como professor de inglês? Como eu posso ajudar pessoas a conquistarem seus espaços no mundo competitivo? Vamos refletir sobre algumas situações.

Aprender inglês não é mais status, é necessidade. Já faz parte de um currículo básico que as empresas exigem. Você vai “usar” inglês na empresa na qual está concorrendo a uma vaga? Talvez não. Mas talvez sim. Pelo sim ou pelo não, será contratado aquele que, além de ter estudado, deverá saber colocar esta língua em uso de forma eficaz, produtiva. Pesquisas realizadas por organizações da área de recursos humanos confirmam: dominar este idioma pode lhe garantir um salário até 60% maior e, claro, maiores chances de ganhar uma promoção. Basta olhar os jornais e verificar quantos anúncios de empregos incluem, em suas exigências, o domínio de, pelo menos, um idioma: o Inglês. Isso sem falar nas necessidades acadêmicas (vestibular, pós-graduação, MBA etc).

Mas será que eu preciso de inglês somente pra conseguir um trabalho bom ou uma posição melhor na minha empresa? Não! Existem várias outras especificidades, ocasiões, necessidades.

Como falante da língua há muito tempo, eu posso lhe garantir que não existe prazer maior que poder assistir um filme (de Hollywood) sem precisar colocar legendas em português ou nenhuma legenda e ser capaz de entender, inferir, interagir.

Imagine você viajando com seus pais ou dirigindo seu carro. Toca aquela música que você sempre ouve e gosta demais. Porque não cantar junto? Ah, sim, é preciso saber inglês.

Poxa, meu amigo tem um jogo de tabuleiro, outro no PC e outro jogo do Wii. Fenomenais, mas eu não consigo jogar. É tudo em inglês. Pois é, mais uma coisa extremamente prazerosa que eu poderei me deleitar se eu compreender inglês.

Meus tios receberam dois intercambistas. Ele mora lá na Nova Zelândia e ela na África do Sul, países com culturas bastante diferentes da minha. Queria tanto poder conversar com eles, saber mais, aumentar ainda mais meu conhecimento de mundo. Olha só, mais uma coisa que acontecerá se eu souber inglês.

Eu estava assistindo um jogo de vôlei entre Brasil e Estados Unidos e entendi mais ou menos o que o jogador americano disse por que eu consegui ler o lábio dele. Ele falava em inglês. Que demais!

E agora que eu já estou na faculdade e tenho que escrever meu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), e a maioria da bibliografia está toda em inglês? Pois é, você pode até usar o Google tradutor, mas certamente perderá muita coisa neste processo de tradução. No mundo rápido em que vivemos, toda informação lançada é livremente utilizada e reutilizada. Se você não for capaz de compreender esta informação na íntegra, o seu trabalho será apenas mais um trabalho ordinário.

Engraçado como em um espaço tão curto de tempo consegui elencar várias situações corriqueiras que pedem o conhecimento concreto da língua inglesa. Existem muitas outras. Este é o idioma da Internet, das relações comerciais entre países, da troca de informações importantes para o desenvolvimento de negócios e de pessoas. É também um caminho para conhecermos pessoas de outras culturas e com elas trocarmos experiências, virtuais ou reais.

Que o Inglês se tornou uma necessidade básica em nossa vida não é mais novidade para ninguém. Quem não está ligado, está por fora! Esta língua veio pra integrar pessoas que querem fazer parte do mundo, pra quem não tem medo de desbravar barreiras e se comunicar com o mundo. Pra quem quer viver experiências novas, sempre, de forma eficaz, moderna, rápida, e até mesmo solidária. Não existe um ser que seja capaz de raciocinar que seja incapaz de aprender uma língua. Existem dificuldades, mas não incapacidade. Também não existe idade pra se aprender algo novo, nem uma língua. Só é necessário força de vontade, garra, e empenho, muito empenho. É uma inverdade esta história de aprender uma língua e falar “fluentemente” em 18 meses, a menos que você passe estes 18 meses falando inglês 24 horas. Sim, sem dormir. Ainda assim lhe faltará muita coisa a ser ensinada e aprendida. Eu estudo desde os 12, tenho 25, e ainda tenho muito que aprender. Mas sim, eu acho esta língua muito fácil de aprender, principalmente se a compararmos com Português, Espanhol, Francês, Mandarim, Alemão...

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Reported Speech



We use reported speech when we want to repeat what someone had previously said. Here are some of the important verb changes we use when making reported speech:





VERB TENSES
REPORTED SPEECH
1-   PRESENT
1- PAST
2-   PAST
2- PAST / PAST PERFECT (HAD + P.P.)
3-   PRESENT PERFECT (HAVE / HAS + P.P.)
3- PAST PERFECT (HAD + P.P.)
4-   FUTURE (WILL)
4- CONDITIONAL (WOULD)
5-   CAN
5- COULD
                                                                                
1-   Present
1-  Past
I’m happy.
She said she was happy.
I work on Saturdays.
She said she worked on Saturdays.
                                                                                
Negative forms
I don’t like eggs.
She said she didn’t like eggs.
                                                                                
2- Past
2- Past/Past Perfect
I was happy.
She said she was happy.
I worked last Saturday.
She said she had worked last Saturday.
                                                                                
3- Present Perfect
3- Past Perfect
I have met Regina Duarte.
She said she had met Regina Duarte.
                                                                                
4- Future (will)
4- Conditional (would)
I will start working on Monday.
She said she would start working on Monday.
                                                                                
5-   Can
5- Could
I can dance the tango very well.
She said she could dance the tango very well.
                                                                                
6- Imperative Sentences – Affirmative Forms
6- Imperative (to)
Call me tomorrow.
She said to call her the next day.
                                                                                
7- Imperative Sentences – Negative Forms
7- Not to
Don’t smoke.
She said/asked/requested not to smoke.
Don’t open the door.
She said/asked/requested not to open the door.


OBSERVATIONS:

a)
Some auxiliary verbs change in reported speech:
WILL = WOULD                                              MAY   = MIGHT
CAN   = COULD                                               MUST = HAD TO
b) Others stay the same in both direct and indirect speech:
     WOULD / SHOULD / COULD / MIGHT
c) Pronouns and adverbs also change in reported speech:

              I  = he / she
          My  = his / her
This   = that
Here   = there
Now   = then
Today          = that day
Tomorrow   = the next/ following day
Yesterday    = the previous day / the day before
Last night    = the previous night / the night before
Ago             = before

d) When the affirmation made in direct speech is still valid at the moment it is reported, the verb tense doesn’t need to be changed.
-
“Cigarette smoke contains carbon monoxide”, the doctor said.
- The doctor said that cigarette smoke contains (or contained) carbon monoxide.





           PRACTICE

terça-feira, 22 de maio de 2012

Money



Este é mais um post sobre o trabalho do meu querido amigo Henrique Pignatari, colunista do Jornal do Meio de Bragança Paulista. Neste ele apresenta expressões idiomáticas e gírias relacionadas a dinheiro.

Veja:

Dosh (UK) – grana; mufunfa; dinheiro
Ex.: How much dosh have you got?
       (Quanta grana você tem?)
*: essa gíria é exclusivamente britânica e costuma confundir os americanos.

Buck (US) – grana; quantia de dinheiro.
Ex.: If I start working on the night shift, I can make some extra bucks.
       (Se eu começar a trabalhar no turno da noite, poderei ganhar uma grana extra.)

Flush – abonado; cheio da grana. (usa-se quando se está com mais dinheiro do que o normal. A gíria vem do verbo flush, jorrar, transbordar, e da imagem do bolso transbordante de dinheiro.)
Ex.: She’s feeling flush, so she invited me for dinner at Fasano.
      (Ela está se sentindo rica e por isso me convidou para um jantar no Fasano.)

Quid (UK) – libra esterlina
Ex.: The new DVD I bought cost fifty quid.
      (O novo DVD que eu comprei custou 50 libras.)

A rip-off – um roubo; uma exploração; roubalheira, abuso.
Ex.: Charging three hundred dollar for a bed & breakfast room is a total rip-off!
      (Cobrar trezentos dólares or um quarto de pensão é uma exploração total!)

Cheapo – muito barato e ruim; chinfrim
Ex.: When I went to Italy, I stayed in a cheapo hotel.
      (Quando fui à Itália, fiquei num hotel muito barato e ruim.)

A dime a dozen (US)/ Ten a penny (UK) – muito comum, medíocre, a preço de banana.
Ex.:  Novels like this are a dime a dozen.
     ( Romances como esse, a gente acha a torto e direito.

To go halves – rachar, dividir meio a meio.
Ex.: Do you want to go halves with me on a bottle of wine?
      (Você quer rachar uma garrafa de vinho comigo?)

To jack up – aumentar muito os preços, valores, salários etc.
Ex.: In Summer the hotels jack up their rates.
       (No verão os hoteis aumentam muito seus preços.)

Tout (UK)/ scalper (US) -  vendedor de câmbio negro, principalmente de ingressos para jogos, teatros, shows a preços muito acima do preço oficial; cambista.
Ex.: The tout charged me twice the normal price of the tickets.
      (O cambista me cobrou o dobro do preço dos ingreessos.)

Whip-round (UK) – coleta de dinheiro feita por um grupo de pessoas; vaquinha.
Ex.: They had a whip-round at the office for Cathy’s wedding present.
      (Eles fizeram uma vaquinha para comprar o presente de casamento de Cathy.)

Rolling in it – nadando em dinheiro; montado na grana.
Ex.: He’s rolling in it.
      (Ele está nadando em dinheiro.)

Dirty cheap – baratíssimo.
Ex.: This new t-shirt was dirty cheap.
      (Essa nova camiseta foi baratíssima.)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Você Sabia?!


Este post é dedicado ao meu querido amigo Henrique Pignatari Rosas Mamprin, colunista do Jornal do Meio de Bragança Paulista.
Trabalhamos juntos na rede Yázigi (cada um na sua unidade), e hoje ele segue uma carreira bem sucedida como professor particular.
Em sua publicação do dia 02 de maio, ele abordou um tema muito interessante que trata a variedade de palavras em inglês com apenas uma tradução em português. Veja nos exemplos abaixo listados por ele, algumas palavras que em português usamos a mesma forma, mas que em inglês possuem formas diferentes para explicar ideias diferentes:
1)  Receita culinária: recipe.
Ex.: The cake will turn out fine if you stick to the recipe.
(O bolo vai sair bom se você seguir a receita.)

2)  Receita médica: prescription.
Ex.: It’s hard to understand what’s written in the prescription. The doctor’s handwriting is confusing.
(É difícil entender o que está escrito na receita. A letra do médico é confusa.)

3)  Receita financeira: revenue.
Ex.: The company has tripled its revenue over the past tem years.
(A empresa triplicou sua receita nos últimos dez anos.)

4)  Casamento (com o sentido de “instituição do casamento”): marriage.
Ex.: Celebrities’ marrieges don’t usually last more than five years.
(O casamento das celebridades geralmente não dura mais que cinco anos.)

5)  Casamento (com o sentido de “cerimonia de casamento”): wedding.
Ex.:  More than three hundred people attended Lisa and John’s wedding.
(Mais de trezentas pessoas foram ao casamento de Lisa e John.)

6)  Conhecer (ser conhecido de alguém): To know.
Ex.: I’ve known Edward since we were tem.
(Conheço Edward desde que nós tinhamos dez anos.)

7)  Conhecer (travar conhecimento com alguém): To meet.
Ex.: I’ve changed schools recently, so I haven’t met most of my teachers yet.
(Eu mudei de escola recentemente, por isso ainda não conheço a maioria dos meus professores.)

8)  Entrada (a primeira prestaçao): down payment.
Ex.: The down payment corresponds to fifteen percent of the total value of the car.
(A entrada corresponde a quinze por cento do valor total do carro.)

9)  Entrada (acesso, entrada de prédio,casa etc.): entrance.
Ex.: When I first went to the Louvre Museum it was hard to find the main entrance.
(Quando fui pela primeira vez ao museu do Louvre foi dificil achar a entrada principal.)

10)             Entrada (ingresso, bilhete de entrada): ticket
Ex.: Is it possible to buy movie tickets on the internet?
(É possivel comprar entradas de cinema pela internet?)



Mais um educador fazendo a diferença. Obrigado pela contribuição. 

sexta-feira, 4 de maio de 2012

USED TO


 
USED TO

 
We use 'used to' for habits, situations, or repeated actions in the past but no longer happen.
  • I used to smoke a packet a day but I stopped two years ago.
  • Ben used to travel a lot in his job but now, since his promotion, he doesn't.
  • I used to drive to work but now I take the bus.
  •  
 We also use it for something that was true but no longer is.
  • There used to be a cinema in the town but now there isn't.
  • She used to have really long hair but she's had it all cut off.
  • I didn't use to like him but now I do.
 
For present habits and states, we use the simple present:
  • They go to work by bus. (NOT They use to go to work by bus)

TO BE USED TO

 
We use 'to be used to' to express that we were/are accustomed to something.

 
It can be: be + used to + noun/-ing
  • I was used to living on my own. I've done it for quite a long time.
  • She was used to success.
  • They've always lived in hot countries so they aren't used to the cold weather here. / they aren’t used to living with such cold weather.
 
         
    Time to practice:

      Worksheet
         On line 1
         On line 2
 
 

 
 
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