quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Technology @ school

Technology: not teachers neither students, we are all learners and creators - By Bárbara Godoy

Bárbara Godoy
High School Student at
Colégio Piracicabano - Brazil
The philosopher Heraclitus said that `Change is the only permanent thing´. This idea is applied to practical daily activities and institutions, like the school. The problem is that usually the ones who have a higher power of decision are afraid of changes, because restructuring is not an easy process; or have interests in the permanence of what is conventional.

The Brazilian educational system, as a reflection of the forces quoted above, remains the same since the last century. Nevertheless, nowadays students cannot be taught as their grandparents. They consist a different generation in another reality and have a different ideology, so they need the educational system to change and feet them.

The school could modify the paradigm of the active teacher and the passive student to start. The youth people need to develop their autonomy, capacity of reflection and critical sense. Whether the students have the potential to create knowledge, why are they being transformed in repeater beings?

In this context, technology could be a great tool, allowing students to learn in different situations and spaces, not only in the classroom, for example. It could also make the exchange of knowledge between teachers and students possible, creating new social roles for students and teachers, in which the first ones could get involved practically with the school contents, be closer to what interests them and interact with the knowledge also produced by them, while the second ones would act like guides, helping the students to learn how to filter and put into practice all the information they receive.

This way the power of the technology as a breaker of the conventions related to the paradigms that take place at school is evidenced. However, it is essential to consider the possibility of the technology to work like an increasing factor of the social inequality. Transforming the educational system consists also in the accessibility of all individuals to school. To finish, it is important to have in mind that technology should work as a supporting tool, not as the main focus of education – this place is reserved to human beings that are not machines.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Desejo - Victor Hugo

Eis que eu estava compartilhando meus desafetos com minha querida amiga Fernanda Provinciatto, e entre conselhos e desabafos, vi que ela parou para refletir alguns momentos...e eu não sabia o que ela pensava. Aí, depois de uns 50 minutos, nos encontramos novamente, assim, nada ao acaso. Ela me perguntou se eu conhecia o poema Desejo do Victor Hugo. Eu disse que não, e então ela só disse: "- Leia.". 
Pois bem, cheguei em casa e a primeira coisa que fiz foi pesquisar...agora entendo a reflexão e o pedido. Este poema faz todo sentido pra este meu momento. Enjoy!




”Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconsequentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
é preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga “Isso é meu”,
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.
Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar”.

THANK YOU DEAR FER!

terça-feira, 21 de maio de 2013

A CRIANÇA E A PALAVRA


Após minha leitura do texto “O papel da escola” escrito por Roseli Fontana e Maria Nazaré da Cruz que li para aula de 22 de Maio com a professora Anna Maria Padilha no curso de pós-graduação do mestrado em Educação da UNIMEP, decidi fazer esta postagem.


 
É fato que aprendemos grande parte do que sabemos na escola, das coisas mais elementares às mais complexas.  Esse conhecimento que “nos é passado” tem a preocupação de comprovar e explicar as teorias que nos circundam. Estes mesmos conceitos têm uma lógica de organização com a intenção de garantir coerência, exigindo portanto, uma complexidade de operações para se atingir esta meta.
Desde o século XIX propunha-se uma pedagogia tradicional que permeia o ensino até hoje. Nesta vertente o que se leva em consideração é a prática do tudo pronto, tendo a preocupação apenas de passar isso para a criança para que ela os memorize, num ciclo que práticas de repetição e treinamento de exercícios até que estes conceitos sejam “devidamente” interiorizados. Esquece-se então que estes conceitos têm história e que passaram por transformações, que têm sentidos diferentes que dependem de muitos aspectos (cultura, contexto social, etc.), as experiências nas relações de outros indivíduos com estes conceitos, etc. Toda esta história é tida como “erro”, nada mais. Desta forma, não se utiliza o que se aprende (ou o que pelo menos se pretende ser ensinado), apenas se reproduz aquilo que se entendeu (ou deveria ter sido aprendido). A reprodução deste conteúdo não garante que o conceito faça sentido para a criança. A quantidade de informações fornecidas às crianças são gradativamente ampliadas no decorrer dos anos escolares. Sendo assim, conhecimento e desenvolvimentos são cumulativos. Esta pedagogia, então, pressupõe que os significados das palavras sejam fixos na língua e estão impostas aos indivíduos.
Com a pedagogia tradicional em mente, existe o julgamento sobre os dizeres das crianças muitas vezes serem falta de entendimento, mas esquece-se que a palavra não é transparente, não é linear, e principalmente que a palavra não se apropria de um único significado. Esses diferentes significados estão nestes mesmos dizeres julgados pelos professores. São estes mesmo dizeres que nos mostram qual a relação que estas crianças tem com estas palavras, mesmo que muitas vezes não façam sentido para nós (diferentes pessoas atribuem diferentes sentidos à um mesmo objeto, uma mesma situação).
Embora o foco na elaboração conceitual seja diferente, Piaget e Vygotsky concordam que estes conceitos “ensinados” na escola têm sim história e que são desenvolvidas ainda na criança. Piaget diz que quando se ensina algo à uma criança, tira-se dela a oportunidade de descobrir sobre isto. Vygotsky, por outro lado, evidencia a importância da relação com o outro, e que no conceito de zona de desenvolvimento proximal (por ele desenvolvido) é que a criança fará no futuro o que hoje depende do outro para fazer.

Extraindo o foco do ensinar para focar no processo de aprendizagem, coloca-se no alvo a criança e não o professor. A elaboração ativa do conhecimento passa a ser importante, e não o simples acumulo de conhecimento. Nesse sentido, as propostas ativas de ensino têm grande influência das ideias de Piaget que leva em conta o fato de que os conhecimentos científicos são frutos de um processo de construção que depende do estágio de desenvolvimento do indivíduo. Ele considera que os conceitos não se ensinam, mas situações devem ser propostas para que a criança os formulem. Nestas situações a criança entenderá o porque de se aprender algo e fará suas relações analíticas ou suas generalizações através de seu desenvolvimento cognitivo, daí elaborando a palavra.
O processo de aprendizagem deve ser conduzido de acordo com a espontaneidade do desenvolvimento da criança, acompanhado pelo professor. Para a construção conceitual da palavra deve-se possibilitar a expansão da ação e expressão da criança, possibilitando assim que os conceitos sejam elaborados espontaneamente. Assim, o que na pedagogia tradicional é sistemático e considerado erro, agora é um indicativo do desenvolvimento da criança, uma vez que a liberdade de elaboração do conceito mapeia a construção e os caminhos do pensamento. Quando o “aprender pensando” é motivado e tem espaço, o ensino deixa de ter função informativa ou de instrução, e passa a ter o objetivo de contribuir para o desenvolvimento dos indivíduos.
Os adultos participam espontaneamente do processo de elaboração e utilização da palavra pela criança compartilhando com elas as palavras que se fazem necessárias nas situações imediatas nas quais estão envolvidos. Evidentemente o foco desta colaboração está na situação em si, e não na intelectualidade desta situação. Na maioria das vezes o foco nestas situações vivencias não vai estar nos diferentes significados que uma determinada palavra possa ter para cada um dos indivíduos nesta relação. Podem acontecer, mesmo que raramente, situações na qual o foco mude de ângulo, como quando por algum motivo há uma explicitação da diferença de entendimento sobre uma mesma palavra, objeto, evento, etc. por parte dos envolvidos nesta relação.
Na escola este entrelaçamento entre adultos e crianças no processo de elaboração da palavra é diferente. Ambos ocupam papel determinante e estabelecido: professor e aluno. Nesta ocasião, a relação é de ensino-aprendizagem. O aluno está para “compreender” enquanto o professor está para “orientar’, “informar”, sistematicamente. Vygotsky aponta que não cabe ao professor significar uma palavra à criança, pois quando o professor faz isto ele usa outras palavras igualmente incompreensíveis, podendo dificultar ainda mais sua compreensão. Ao se praticar isso, estimula-se um processo de verbalização vazio, a repetição pela repetição. Como sugere o psicólogo, é necessário possibilitar interações verbais nas quais a criança adquira novos conceitos, elabore e atribua significados às palavras.
Todos utilizamos as palavras nas relações cotidianas. No entanto, não estamos acostumados a refletir sobre elas. Para a criança, refletir sobre o modo de se usar as palavras é uma atividade intelectual que além de nova é bastante complexa. Ao serem estimuladas e exercitar esta atividade, as crianças buscam na sua memória histórica elementos já internalizados que de alguma forma se associam àquela palavra. São suas experiências e o dado contexto imediato que sugerem essas associações, como sugere Piaget. Neste estimulo, as crianças aprimoram seus conceitos iniciais, uma vez que são trazidas a refletir e não apenas reproduzir a palavra.
Concluindo, o professor precisa tomar vantagem da sua posição adulto, que passou por várias experiências que lhe possibilitaram acesso a um conjunto muito mais amplo de informações, e provocar situações nas quais as crianças possam apropriar-se das palavras, cada uma na sua partilaridade. Numa relação de ensino compartilhada, ambos os envolvidos se desenvolvem e evoluem (talvez a única forma de evolução ainda possível). Enquanto professor que pensa em desenvolvimento, é preciso ouvir o seu aluno. É nos dizeres corriqueiros que este conhecimento se torna perceptível, possível. Indagar o que a criança já conhece e apontar as diferenças que revestem os conceitos garantirá que novos conceitos se formem, para os dois. O professor, adulto e mais culturalmente desenvolvido (ainda e sempre em processo de desenvolvimento cultural), não pode esquecer que a sistematização é complexa, e que somente é possível através da mediação do professor, o que não significa ditar ou dicionarizar significados, conceitos, situações, mas sim participar no processo de construção de tudo isso.



quarta-feira, 17 de abril de 2013

Cotas Raciais no Brasil


O que você acha sobre as cotas raciais (negros, índios) no Brasil? Desde a aplicação das cotas nas instituições brasileiras esta sempre foi uma questão polêmica. Essa polêmica deve existir pela falta de “capacidade” que muitos civis aqui ainda tem para debater, reconhecer, e ouvir “todos os lados”. Sempre pensei que essa ação afirmativa no Brasil que pressupõe o ingresso de alunos negros/ indígenas nas faculdades e universidades fosse errado.  Pautava esta opinião considerando que esta seria, ao contrário do que se propunha, uma questão excludente e reforçadora das diferenças de povos e suas culturas. Diferenças essas que pra mim precisavam e precisam ser entendidas como naturais, e não seletivas ou deterministas (porque não, rotuladoras).
Pois bem. Hoje na minha aula da pós-graduação no mestrado em Educação (UNIMEP), a minha ilustríssima professora Anna Maria L. Padilha, convidou dois alunos dela para virem enriquecer a discussão sobre cotas que havia começado na aula anterior.  Márcia Cristina Américo e Antonio Filogênio de Paula Jr me fizeram refletir e repensar sobre o assunto.  Eu (como a grande maioria dos brasileiros, acredito) não conseguia enxergar o que estava por trás de tudo isso. Conclui então que a rejeição e/ou negação das cotas raciais se dá principalmente por três motivos: 1. A falta de conhecimento histórico (ou conhecimento muito superficial), 2. A preocupação que isto seja uma forma da política brasileira mascarar os déficits na educação, e 3. A visão enviesada e tendenciosa sobre o tema que as culturas de massa nos possibilitam.
1. Conhecimento Histórico
Vamos repensar a seguinte cronologia:
1454 – O papa Nicolau V lança uma “bula papal” (Romanus Pontifex) que (por má interpretação ou não) afirmava que os negros eram selvagens e não tinham alma, e que portanto poderiam ser escravizados.
1717 – Em pleno período escravista, aparece a imagem de Nossa Senhora negra, que tinha como principal objetivo “acalmar” os escravos que davam indícios de rebeldia conta o sistema. A imagem da Santa negra era uma estratégia que trazia consigo mensagens como “Acalmem-se, Deus os ama, não briguem ou matem. Tenham paciência.
1850 – Fim oficial do tráfico de escravos vindos da África (ver filme Amistad) = muitos mantiveram a escravatura ilegalmente.
1871 – Lei do Ventre Livre = Estabelecia que todo filho de escravo nascido a partir de então era livre. No entanto, enquanto crianças precisava dos “cuidados” da mãe e do “sustento” advindo dos senhores. Quanto atingiram a maioridade, precisavam pagar todos este sustento, ou seja, continuavam escravos.
1885 – Lei dos Sexagenários = Estabelecia que todo os escravos nessa idade era libertos. No entanto a média de idade dos escravos em vida útil para o trabalho era, para os “escravos de fora” (que trabalhavam na lavoura ou outros serviços pesados) 5 anos a partir do começo do trabalho e para os “escravos de dentro” (que trabalhavam na casa dos senhores ou com serviços mais leves) poderia até  chegar na idade, mas não tinham onde morar, precisavam de assistência médica, etc. Esta assistência muitas vezes era dada pelos senhores. Logo, continuavam escravos.
1888 – Abolição da Escravatura = que contém apenas dois artigos, que não previam sustento para os escravos libertos.
1889 – Proclamação da República = data importantíssima para o Brasil, mas que nada foi feito pelos escravos. Vale lembrar que nesta época, Rui Barbosa (humanista) mandou queimar muitos arquivos na tentativa de se eximirem de pagamentos de indenizações para os escravos então libertos.

1990 – Lei da Imigração = garante aos estrangeiros em terras brasileiras desde então, cotas nas instituições escolares, na área profissional, das terras, etc. Isto não se aplicava aos escravos, nem antes e nem depois desta lei.

2. Mascarando os Problemas na Educação Brasileira
Antes de qualquer coisa é preciso ressaltar que desde um bom tempo antes da instauração desta ação afirmativa, o sistema educacional brasileiro é deficitário. Hoje eu entendo que este direito é e deve ser assegurado aos negros e índios principalmente numa tentativa de “reparar” toda nossa história com relação a eles, e que é uma ação necessária para aproximar os povos nesta busca incessante de igualdade social. Existem vários estudos que provam que a maioria marginalizada e pobre do nosso país é negra, o que advém dos tempos da escravidão. Enquanto cidadãos de bem, não podemos simplesmente tomar isso como certo e nos acomodarmos com a situação precária na educação do Brasil. Precisamos lembrar que “seres pensantes” causam “problemas” para os governos, e para tanto, mesmo disfarçadamente, pouco se investe para melhor se influenciar, manipular. Calar-se é ser condescendente com esse sistema. E quanto às cotas, a ideia é aproximar os povos que recebem educação diferente, e que também comprovado em pesquisas, trazem benefícios como a amplitude de culturas (pois conhece-se o outro, seus hábitos, sua história, etc.), interpelações que vão contra a discriminação, entre outras.
3. A Visão Tendenciosa Das Mídias De Massa
Como na maioria das vezes as mídias de massa (como por exemplo a revista Veja e a TV Globo), numa tentativa de polemizar ou talvez por falta de financiamentos, pouco evidenciam a realidade das informações. No caso das cotas, nunca foi publicado sequer metade do que eu escrevi aqui. Dedico à este fator, principalmente, a minha forma de pensar sobre o tema aqui abordado. É mesmo uma pena que muitos de nós sejamos tão tendenciosos e altamente influenciados por essas mídias. Confiamos tanto nelas que muitas vezes tomamos como verdades aquilo que pede estudos, reflexões e informações muito mais profundas.
Concluindo, hoje posso dizer que foi um dia muito marcante pra mim, pois acredito que evolui enquanto cidadão brasileiro. Agora que tive esta possibilidade de aprofundar o tema com pessoas que estudaram e estudam isso me sinto muito mais confortável para argumentar. Não se trata de “mudar” o ponto de vista nem de determinada opinião estar ou não certa, mas trata-se principalmente de reconsiderar conceitos e refletir sobre eles. Isto pra mim é cidadania. Sua opinião e seus comentários serão sempre bem vindos. 

sábado, 23 de março de 2013

Metodológica Bilíngue CP


Meu nome é Pedro Euzébio Brandão, professor de Língua Inglesa Moderna para os alunos do Ensino Médio e de Environment para os alunos do Ensino Fundamental I, e os 6o e 7o ano do Ensino Fundamental II.
Nos 1o e 2o anos do EFI, a disciplina de Environment é ainda uma extensão da disciplina de inglês, uma vez que os alunos estão ainda em processo de aquisição de vocabulário, simples estruturas, e comandos, começando a reconhecer signos do língua inglesa. A partir do 3o ano a disciplina de Environment começa realmente a ter um formato investigativo das ciências naturais. Os conteúdos abordados são os mesmos lecionados na disciplina de Ciências em português. Julga-se assim fundamental para que os alunos façam associações necessárias para que adquiram a língua de forma mais natural. Tanto em Environment quanto em Inglês, os alunos novos inseridos neste sistema bilíngue conseguem dar conta, desde que se apliquem bastante nos estudos. Obviamente que o começo será difícil, e parecerá quase impossível, mas a dedicação em todas as disciplinas bilíngues, que trabalham integradamente, possibilitarão que os alunos novos se encaixem no processo e consigam acompanhar os demais.
É importante que você enquanto responsável poderá ajudar seus filhos nos estudos, mesmo sem dominar a língua. O simples fato de acompanhar a agenda, os momentos de estudo, e o Portal Educacional, além de ter uma postura positiva encorajando os filhos é a maior contribuição.
Para os alunos menores, é importante ajuda-los na organização dos materiais, evitando esquece-los em casa. Também, é extremamente importante ajuda-los na conscientização da importância em arriscar-se. Faze-los entender que errar é normal, e que não podem levar dúvidas para casa, que precisam prestar bastante atenção nas aulas, evitando conversas extras, etc. Aos alunos maiores, além de ajuda-los na organização dos materiais, é importante checar se estão fazendo as tarefas e, no caso de Environment, se estão fazendo as leituras prévias e as coletas de vocabulário, que é quando os alunos ao lerem o capitulo antes de ser abordado em sala, pesquisam em dicionários as palavras que não sabem, facilitando assim o acompanhamento em sala.
Em todos os segmentos, é importante observar se os alunos estão tendo horas saudáveis de sono, se não deixam as tarefas e trabalho para última hora, etc. Tudo isto facilita e promove bastante o desenvolvimento do aluno.
No caso dos alunos que estão ainda sem livro por atraso das editoras, é necessário que se organizem copiando dos outros colegas os conteúdos, fazendo as tarefas, etc. Neste caso, por hora, vamos trabalhando em duplas ou grupos em sala.
Existe a proposta metodológica que é bastante consistente, professores preparados e empenhados, e para que se obtenha sucesso, é importante também alunos interessados e motivados. Por trás deles, são necessários pais motivados e presentes.
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